APRENDA A MONTAR UMA CASA SUSTENTÁVEL SEM GASTAR MUITO

on quarta-feira, 15 de junho de 2011

Atitudes simples fazem a diferença no bolso e no meio ambiente
Cláudia Pinho, do R7

Na hora de construir ou reformar um imóvel, não é preciso lançar mão de ideias mirabolantes para evitar o impacto ambiental. Escolhas simples e pequenas ações podem fazer toda a diferença e contribuir significativamente para a preservação do meio ambiente.
E quando falamos em construção sustentável, não nos referimos apenas aos grandes empreendimentos. Segundo especialistas ouvidos pelo R7, qualquer um pode ter uma casa sustentável. E melhor, sem grandes investimentos. Trocar o vaso sanitário comum por um com acionamento duplo (que utiliza menos água para resíduos líquidos e mais para sólidos), por exemplo, pode significar uma economia de até 36 litros de água por dia em uma casa com três pessoas.
Substituir o ar condicionado por ventilador, consertar vazamentos, comprar eletrodomésticos com o selo A do procel (que gastam menos energia) e evitar desperdícios durante uma obra também são atitudes simples que fazem a diferença no bolso e no meio ambiente.
Segundo Vanderley John, professor associado da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), sustentabilidade é tudo o que é viável.
- Quando falamos em sustentabilidade, devemos levar em conta os lados econômico, social e ambiental. Temos de buscar solução que englobe esse tripé.

Para o engenheiro Marcelo Vespoli Takaoka, presidente do CBCS, esse tipo de encontro “é muito importante para apresentar oportunidades que existem dentro da área da construção civil para reduzir os custos no futuro”.

Economia de longo prazo

O preço elevado de alguns materiais ecologicamente corretos ainda é um entrave na hora de construir. Mas o que os especialistas querem mostrar é que, a longo prazo, a economia gerada compensa o investimento, diz Takaoka.

- Para as construtoras, é importante saber que vale a pena investir 5% ou 6% a mais nos projetos para reduzir os futuros gastos com condomínio no futuro, por exemplo. Isso melhora a imagem das empresas e atrai clientes.
O mesmo se aplica ao consumidor final, aquele que pretende construir ou reformar a sua própria residência. Para John, é preciso ficar atento porque, muitas vezes, o barato sai caro.
- Comprar material inferior visando apenas a economia imediata pode causar prejuízos enormes no futuro. Alguém vai pagar essa conta lá na frente.
E é bom ficar atento aos chamados selos verdes. Nem sempre eles são confiáveis. De acordo com John, “infelizmente, existem até selos à venda. Por isso, é importante checar quais as suas regras públicas”.

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PLANO NACIONAL DE COMBATE A MUDANÇAS CLIMÁTICAS

on segunda-feira, 13 de junho de 2011


Brasil é dono de uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo industrializado e se encontra em posição privilegiada.

O combate às mudanças climáticas cria um cenário para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Ao combinar crescimento e o uso racional dos recursos naturais para enfrentar o aquecimento global, o País pode tornar-se uma das principais potências verdes do século 21. Enquanto a maioria das nações desenvolvidas e países emergentes depende fortemente da queima de combustíveis fósseis, o Brasil é dono de uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo industrializado e se encontra em posição privilegiada para sair na frente na transição para uma economia de baixo carbono.
Para isso, porém, tem a missão dupla de superar obstáculos no combate ao desmatamento enquanto busca caminhos para um crescimento econômico sustentável. O plano estabelece uma série de iniciativas integradas voltadas para a redução de emissões nos principais setores da economia brasileira, além de oferecer alternativas para o desenvolvimento sustentável. As medidas vão desde o aumento do uso de etanol na próxima década à substituição de geladeiras ineficientes e a duplicação da área de floresta plantada no País. O documento chamou a atenção da comunidade internacional por estabelecer, pela primeira vez, metas domésticas de redução do desmatamento na Amazônia. Segundo o último inventário do Ministério da Ciência e Tecnologia, cerca de 75% das emissões brasileiras são resultado de processos de mudança do uso do solo, o que inclui desmatamento, incêndios florestais e degradação da vegetação nativa.
Discursando na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro de 2009, em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a ampliação das metas, propondo uma redução de 80% do desmatamento até 2020, por consequência evitando a emissão de 4,8 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera. "O que representa mais do que a soma dos compromissos de todos os países desenvolvidos juntos", disse.
O plano constitui uma das principais ferramentas para que o Brasil alcance os compromissos voluntários de redução de gases do efeito estufa entre 36,1% e 38,9%, apresentados pelos negociadores brasileiros na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, realizada em Copenhague, na Dinamarca, em dezembro de 2009. O cumprimento dessas metas passará pela intensificação e aperfeiçoamento do trabalho de monitoramento e fiscalização da floresta e de outros biomas nacionais, somado à regularização fundiária e incentivo a atividades sustentáveis. O conjunto dessas medidas compõe o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), que já tem apresentado resultados históricos na proteção do ambiente.

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12 AÇÕES CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL


1. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.
2. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado. Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.
3. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético.  Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).
4. Não deixe seus aparelhos em standby. Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.
5. Mude sua geladeira ou freezer de lugar. Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar!
6. Descongele geladeiras e freezers antigos… Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.
7. Feche suas panelas enquanto cozinha. Simples, não? Ao fazer isso você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar. Já as panelas de pressão economizam cerca de 70% do gás utilizado!
8. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias. Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.
9. Tome banho de chuveiro. E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.
10. Use menos água quente. Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.
11. Pendure ao invés de usar a secadora. Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.
12. Nunca é demais lembrar: recicle. Recicle no trabalho e em casa. Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).

REUTILIZANDO GARRAFAS DE VIDRO

on terça-feira, 19 de abril de 2011


Azeite, vinhos, cervejas, refrigerantes e outros produtos alimentícios costumam ser vendidos em garrafas de vidro bonitas. Como a reciclagem de vidro no Brasil não é ainda muito grande, uma ideia para evitar que elas encham ainda mais os aterros sanitários é reutilizá-las dentro de casa. Um uso comum é transformá-las em vasos de flores, sem qualquer modificação, ou cortando o gargalo.
Outra é fazer um original regador de plantas, como faz Denise Rangel, do blog Sturm und Drang. Lá em casa, usamos aquelas garrafas de cerveja long neck maiores para guardar água na geladeira. No escritório, uso garrafas de refrigerantes pequenas como vasos decorativos. Mas há ainda muitos outros usos: candelabros, base para abajures, luminárias, porta-recados ou apenas enfeites. O importante é reutilizar! Algumas ideias nas fotos abaixo.


PostagemRetirada do Blog Sustentável Mundo Novo: http://sustentavelmundonovo.blogspot.com


O Brasil está se firmando como um dos países que mais investem em projetos de energia renovável: eólico, solar, hídrico e biomassa.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Em 2009, ano utilizado como base pelo estudo World Energy Outlook, os integrantes do G-20 desembolsaram US$ 162 bilhões em iniciativas nessa área. Trata-se de montante 230% acima do aplicado em 2005.
O Brasil desponta na sexta colocação, com US$ 7,4 bilhões. No quesito capacidade instalada, o País também se destaca. Por aqui, a energia limpa já colabora com 9,1 gigawatts (GW). Montante suficiente para nos colocar na décima posição de um ranking dominado pelos Estados Unidos, com 53,4 GW, e China, com 52,5 GW.

ENERGIA BURRA: A LIÇÃO NUCLEAR



O mundo repensa, finalmente, se vale continuar fazendo uso da energia atômica. Foto: M. Pozzana  
Depois de décadas de consequências fatais para homens e fauna fazendo largo uso da energia atômica, ela é cada vez mais usada em diversos países (inclusive Brasil). O Japão pode estar caminhando para um desastre nuclear cujo impacto no meio ambiente é incalculável. No entanto, o assustador momento está fazendo muitos países repensarem se vale investir nesta controversa fonte de energia. Não só pelas terríveis consequências ambientais, mas porque acidentes como o de agora saem carríssimos para serem "consertados". 
O Brasil pode ignorar os perigos e achar que "no Brasil não tem tsunami nem terremoto". Mas temos que considerar a falha humana que é responsável pela maioria dos acidentes nucleares. Fica a lição!

ENERGIA

on sábado, 8 de janeiro de 2011

Ventos sopram a favor 
por Eliane Sobral

Se os países-membros do G-20 avançarem em suas políticas ambientais, o mercado global de energia limpa, que inclui solar, eólica e biomassa, poderá receber uma injeção de investimentos de US$ 2,3 trilhões até 2020. É, pelo menos, o que aponta um levantamento coordenado pela Pew Charitable Trusts, instituição americana sem fins lucrativos. A maior parte dos recursos, cerca de  40%, será direcionada a projetos na China, Índia, Japão e Coreia do Sul. O Brasil poderá receber US$ 8 bilhões anuais.

Energia de estrume

As vacas da fabricante chinesa de laticínios Huishan Dairy estão colaborando com o meio ambiente. O estrume delas está sendo usado para que seja transformado em energia. A  empresa criou o maior conversor de metano do mundo e está utilizando os dejetos de 60 mil de suas 250 mil vacas para gerar 5,66 megawatts, o suficiente para abastecer cerca de 26 mil residências. O equipamento obtém metano fermentando o estrume de vaca e o transforma em energia.

2011: O ANO DAS FLORESTAS

As florestas ocupam 31% de todo o território terrestre, mas veem diminuindo anualmente.
Por Revista ISTOE/ Redação da DINHEIRO
De olho nisso, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas. Segundo o órgão, as florestas servem de abrigo para 300 milhões de pessoas e garantem a sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas. A ideia da iniciativa é conscientizar a população de que a preservação é fundamental para o planeta. Acompanhe a seguir outros dados:

- US$ 320 bilhões é o potencial econômico das florestas. Isso, sem que sejam desmatadas
- 13 milhões de hectares são perdidos anualmente. É o equivalente ao tamanho da Inglaterra
- 20% das emissões mundiais de CO2 são ocasionadas pelos desmatamentos ao redor do globo

CIDADES PLANEJADAS

Com o progressivo abandono das áreas rurais, as metrópoles vêm se transformando em lugares inóspitos.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Hoje, elas são vistas como sinônimos de transporte caótico, poluição e insegurança. Uma possível resposta à degradação urbana é a cidade planejada. Só que a nova safra de projetos desse tipo têm como principal apelo a sustentabilidade. 

Desde o uso de energia renovável (solar, por exemplo) até a eliminação do transporte individual. Uma delas é a Songdo City (ver ilustração) que está sendo construída na Coréia do Sul. 
O projeto é orçado em US$ 35 bilhões e inclui modernas torres comerciais e residenciais, além de uma imensa área verde. Ao lado, outros empreendimentos com a mesma pegada: 

RESÍDUOS

O exemplo brasileiro
por Rosenildo Gomes Ferreira
A Lei de Resíduos Sólidos poderá colaborar para reduzir drasticamente as emissões de dióxido de carbono (CO2). A estimativa é do Centro de Tecnologia de Embalagem. Hoje, o País produz 200 mil toneladas de lixo por dia, responsáveis pela emissão de 11 milhões de toneladas de CO2. A redução dos descartes pode ter o seguinte impacto:
Energia da reciclagem

O município de Kristianstad, na Suécia, é um dos primeiros do planeta a  reduzir a quase zero o consumo de combustíveis fósseis. Em vez do carvão e do petróleo, os 80 mil habitantes usam detritos para gerar energia. A lista inclui dejetos biológicos, como esterco e tripas de porco, além de óleo de cozinha usado e casca de batata. Eles são processados e produzem o biogás utilizado no sistema de aquecimento dos prédios e para mover a frota de veículos. O projeto, que inclui a usina de incineração, custou US$ 144 milhões.


CONCRETO A BASE DE CANA

on quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A cinza resultante da queima do bagaço da cana-de-açúcar, as garrafas de refrigerantes e o óleo de cozinha saturado, três dos resíduos que mais causam prejuízos à natureza, contaminando rios, indo para os lixões ou mesmo espalhados nos quintais, poderão ser aplicados no setor da construção civil, substituindo integralmente o cimento, a areia e até a água. É a conclusão de um projeto de pesquisa do Departamento de Química da Universidade Estadual de Maringá (UEM), em fase de registro de patente. 
A novidade foi apresentada durante a 5ª Mostra Tecnológica, realizada em julho no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, um dos eventos paralelos à Feira Metal mecânica, pela coordenadora do estudo, professora doutora Eurica Nogami, que atua na Análise de Traços e Química Ambiental. Ela desenvolve pesquisas com várias misturas para substituir o cimento. 
A que mais chamou a atenção de empresários do setor, no entanto, foi a que aproveita as cinzas que resultam da queima do bagaço da cana-de-açúcar, usado na produção de energia elétrica. Eles se mostraram interessados na entrada da nova argamassa no mercado por acreditarem que ela poderá substituir facilmente o concreto tradicional por ter custos bem inferiores ao do produto tradicional.

Texto retirado do site Verde Visão:  http://www.verdevisao.com/

on terça-feira, 9 de novembro de 2010

1. Só Jogue Lixo no Lugar Certo
O lixo que jogamos em qualquer lugar volta para nossa casa através de ratos, moscas, mosquitos que trazem doenças, além de tornar onde vivemos um lugar feio e desagradável. Cada pessoa produz por dia cerca de meio quilo de lixo. Multiplique isso pela população de sua cidade para ter idéia do tamanho do problema. Custa muito dinheiro de impostos para limpar as ruas, praças, praias, dar destino final ao lixo. Dinheiro que podia estar sendo usado para outras obras e serviços para a melhoria da cidade.  A cidade, a escola, a casa mais limpa não é a que mais se varre, é a que menos se suja! Um Amigo do Planeta só joga seu lixo nos locais apropriados, ou guarda no bolso e traz para colocar na lixeira ou reciclagem da própria casa.

2. Poupe Água e Energia
 A água não sai da parede. Ela vem de rios e mananciais que estão sendo agredidos pela poluição e pelo desmatamento, o que torna a água potável cada vez menos disponível, e eleva seu custo de tratamento. A energia também não sai da parede. Para ser gerada é preciso afogar rios e terras férteis, deslocar populações, ou usar recursos não renováveis como petróleo e carvão ou criar riscos e lixo perigoso como o nuclear
3. Não Desperdice
Escolha consumir o necessário. Resista ao modismo que nos obriga a trocar de carro, roupa, bens. Além de gastar dinheiro desnecessariamente, desperdiçamos recursos naturais, poluímos o Planeta. Diga não a produtos supérfluos ou feitos para durar pouco; ou que gastem muita energia ou água; ou que contaminem o meio ambiente; ou descartáveis cujas embalagens não retornam aos fabricantes. Escolha usar sacolas de pano e caixas para suas compras. Evite as sacolas de plástico. Escolha alimentos e produtos naturais e evite os industrializados
4. Cuide dos Animais e Plantas
Escolha consumir o necessário. Resista ao modismo que nos obriga a trocar de carro, roupa, bens. Além de gastar dinheiro desnecessariamente, desperdiçamos recursos naturais, poluímos o Planeta. Diga não a produtos supérfluos ou feitos para durar pouco; ou que gastem muita energia ou água; ou que contaminem o meio ambiente; ou descartáveis cujas embalagens não retornam aos fabricantes. Escolha usar sacolas de pano e caixas para suas compras. Evite as sacolas de plástico. Escolha alimentos e produtos naturais e evite os industrializados
5. Cuide das Árvores
Ajude a defender as árvores e florestas existentes. Denuncie as agressões. Plante novas árvores e cuide delas com carinho e respeito. Recuse comprar madeiras e móveis que não comprove a origem ecologicamente correta e legal. Utilize os dois lados da folha de papel. Faça coleta seletiva em sua casa e encaminhe o papel para reciclagem.
6. Não Polua
 Use o menos possível o automóvel, programando suas saídas. Ele provoca poluição do ar, gasta combustível, agrava o efeito estufa, engarrafa o trânsito. Acostume-se a ouvir música sem aumentar muito o volume do som. Som alto provoca poluição sonora. Reveja seu comportamento, suas atitudes em casa, no trabalho, na comunidade e mude o que estiver provocando poluição ou degradação ambiental. Não espere que alguém venha fazer isso por você. Faça você mesmo.

7. Coleta seletiva de lixo
Lixo não existe. O que chamamos de lixo é matéria prima e recursos naturais misturados e fora do lugar. A reciclagem devolve estes recursos para fabricar novos produtos retirando menos da natureza, além de economizar mais água e energia, e aumentar a vida útil dos aterros sanitários. Mantenha duas vasilhas em sua cozinha, uma para o MATERIAL SECO (inorgânico: papel, plástico, metal, vidro) e outro para MATERIAL ‘MOLHADO’ (orgânico: restos de comida, cascas de frutas etc.). Acumule o material seco numa vasilha maior e regularmente encaminhe à reciclagem. Se não houver coleta de lixo seletivo em sua comunidade encaminhe um abaixo-assinado às autoridades. Enquanto isso, procure doar seu material para quem faz reciclagem O material ‘úmido’ pode virar adubo e servir para alimentar animais. Cultive uma horta mesmo que em vasos e caixas e faça uma composteira mesmo que pequena, numa caixa.

8. Conheça e conviva com a natureza
Mantenha o contato com a natureza. Faça passeios na floresta, tome banho de cachoeira, vá à praia, contemple o por-de-sol, a lua cheia. Coloque os pés no chão. Cultive uma horta, um jardim. Estude e leia mais sobre a natureza, mesmo que não seja tarefa da escola. Quanto mais você souber, melhor poderá agir em sua defesa. Procure no dicionário palavras como saúde do trabalhador, reciclagem, reaproveitamento, habitat, biodegradáveis etc. Faça um álbum de recortes com figuras de animais e plantas.

9. A natureza não vota e nem se defende. Faça você por ela!
Mesmo sozinho você pode denunciar as agressões ambientais. Escreva às autoridades, ao SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor de empresas, às autoridades, aos políticos, à imprensa. Participe de campanhas pela internet ou pessoalmente. Na hora de votar, escolha representantes comprometidos com a causa ambiental e acompanhe o mandato. Escreva a ele com sugestões e críticas que melhore a atuação na defesa do meio ambiente. Participe de atividades voluntárias e de alguma organização da sociedade civil sem fins lucrativos em sua comunidade.

10. Crie um clube de amigos do planeta na escola, ou associação
A escola ou associação de moradores pode oferecer aos alunos e cidadãos a possibilidade de atuarem de forma organizada, assumindo, no mínimo, UMA AÇÃO CONCRETA POR MÊS PARA A MELHORIA AMBIENTAL DA COMUNIDADE como plantar e cuidar das novas árvores, fazer coletas de sementes e produzir novas mudas, denunciar agressões ambientais, ajudar a implantar a coleta seletiva de lixo na escola, etc. Faça um PLANEJAMENTO COOPERATIVO envolvendo a todos para que tomem conhecimento da situação, proponham substituições de materiais e comportamentos, estabelecem metas quantitativas e períodos de tempo para promover as mudanças pretendidas!

O autor é o escritor Vilmar Sidnei Demamam Berna
que autoriza a livre reprodução desde que citada a fonte e autoria

Conciliando Tecnologia e Sustentabilidade

on quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ecologia Urbana

Nós inventamos a tecnologia desde que nos entendemos como seres pensantes: Flechas, arcos, lanças de madeira com pedras polidas, cordas e o próprio fogo são invenções e manipulações tecnológicas que condizem com o avanço do espírito humano à época em que vieram a lume. Também é verdade que estas mesmas tecnologias rudimentares foram mal-utilizadas em diversas ocasiões: provocando mortes ou o desnivelamento antinatural dos iguais em essência, sempre fica claro que tanto sua criação como uso mal intencionados são ambos nascidos da mesma fonte: a mente humana. Por este justo motivo é que não procede a preocupação atual de certos grupos em colocar, na posição de vilões, os recursos tecnológicos e seus benefícios. É inegável, portanto, que a tecnologia muito já fez por nós como raça, basta olhar para os padrões de qualidade de vida (como expectativa de vida e a medicina moderna) que podemos desfrutar hoje, ainda que existam grandes divergências em nosso mundo. É claro que não podemos negar que a busca pelo avanço tecnológico já trouxe e ainda traz sérios prejuízos ao meio ambiente. Resta-nos, aprender com nossos erros a criar uma consciência capaz de discernir até onde podemos abusar da sorte e aprender a tentar minimizar nossos impactos, afinal de nada adianta melhorar os padrões de vida se em pouco tempo talvez não exista mais condições dela se manter no planeta.
É justamente neste ponto que o pensamento sustentável deve se fazer prevalecer sobre os recursos tecnológicos – e nós somos os maiores responsáveis pela inversão desta lógica. Vale também lembrar que vivemos em uma sociedade capitalista, e, portanto precisamos também aprender a equilibrar a ganância com o bem-estar coletivo. A nanotecnologia tem dado fartas provas de que a sustentabilidade, mais uma vez, depende da nossa capacidade de fazer surgir tecnologias que não agridam o meio onde vivemos. Da mesma forma, a indústria automobilística tem caminhado a passos largos rumo à produção em larga escala dos carros híbridos e elétricos. Não faz sentido colocar a culpa na tecnologia por todos os problemas ambientais e querer desatrelar-se da mesma, uma vez que esta é fruto de nossas mentes e trabalho, e sem ela é impossível dizer se ainda estaríamos aqui nos tempos atuais. Como tudo na vida o importante é encontrar um equilíbrio adequado e aprender com nossos erros visando sempre evoluir e o melhor para a manutenção de nossa vida. 
E é essa essência da Ecologia Urbana.

Pequenas Atitudes Podem Fazer a Diferença

on domingo, 31 de outubro de 2010

SUSTENTABILIDADE

Nos últimos anos o termo Sustentabilidade cada vez mais, vem ganhando espaço na mídia, chamado a nossa atenção para que tomemos consciência de que somos responsáveis pelo que está acontecendo com o nosso planeta e consequentemente por nossa vida. Ser uma pessoa sustentável é estar constantemente provendo o melhor para você, para as outras pessoas e para o meio ambiente, não só para o momento presente e sim visando o futuro.
No nosso dia a dia será que estamos sendo sustentáveis? Se não estamos, podemos começar com pequenas e simples atitudes, que farão uma grande diferença para meio ambiente como diminuir ou até banir de vez o uso de sacola plástica. Também é importante fechar bem as torneiras, evitar o máximo que puder o uso de detergentes e produtos químicos na limpeza de casa, a água da lavagem de roupa poderá ser aproveitada para lavar quintal ou frente de casa. Evite lavar as calçadas, separe os objetos recicláveis dos não recicláveis.
Nunca jogue nenhum tipo de lixo na rua, lugar de lixo é no lixo.
Trocar as lâmpadas comuns pelas lâmpadas fluorescentes mais compactas também ajuda muito a economizar energia e preservar o ambiente. Mantenha fora das tomadas os eletrodomésticos após usá-los. Deixe sempre o carro em casa quando tiver que ir a lugar perto de sua casa, for caminhando a pé ou de bicicleta é além de tudo muito mais saudável. Ensine as crianças o quanto é importante cuidar da natureza e incentive seus vizinhos a terem os mesmos cuidados que você está tendo. Não provoque queimadas. Se ficar hospedado em hotéis, deixe claro que não precisa trocar as suas roupas de cama e banho todos os dias. Se não fazemos isto em casa porque tem que ser feito lá? É simples e fácil ser uma pessoa sustentável, basta agir com coerência e ter consciência de que as atitudes embora pareçam pequeninas são importantíssimas no processo de socorro a todos os seres vivos desse planeta.
Vale sempre lembrar que a possibilidade de alcançarmos o desenvolvimento sustentável depende primeiramente, de cada um de nós.

ÁRVORES SÃO SAGRADAS PARA O MEIO AMBIENTE

on segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Foto: Marco Pozzana
Proteja as árvores, elas são vitais para a saúde do planeta. 

Ainda hoje, florestas vêm dando lugar ao asfalto em um ritmo alarmante. Se você acha que este cenário pode agravar os sintomas das mudanças climáticas, acertou na mosca. Praticamente todos os seres vivos dependem das árvores de alguma forma.

Elas estão intimamente ligadas à dinâmica da água nos continentes, pois ajudam a levar a água das chuvas para os lençóis freáticos, originando as nascentes, rios e os mananciais. Também protegem o solo, evitando a erosão e o deslizamento de terra nos morros.

Além disso, as árvores fazem o chamado "sequestro de dióxido de carbono" (CO2), um dos gases responsáveis peloefeito estufa. Estudos apontam que ficamos mais saudáveis e felizes em locais com muitas árvores.
O que estamos esperando para plantar mais delas? 

O MEIO AMBIENTE E A ENERGIA BURRA


Foto: Marco Pozzana
 Ainda fazemos mal uso dos recursos naturais. 

Chegamos num ponto em que podemos escolher se vamos usar fontes de energia limpas ou se iremos continuar impactando o meio ambiente com a chamada "energia burra", ou seja, aquela que polui mais o planeta. A velha energia hidrelétrica não está entre as mais poluentes fontes de energia.

É uma fonte renovável e não emite poluentes diretamente, mas está longe de não causar impactos ambientais e sociais. Já a queima de combustíveis fósseis (carvão mineral e petróleo) provoca o aumento da contaminação do ar, gerando uma série de impactos sobre a saúde humana e agravando o aquecimento global. 

A tecnologia está tornando viável o investimento em energias limpas como a eólica e a solar. Será que o candidato que você vai votar irá investir neste caminho?